Аннотация:Este artigo analisa de modo sintético processos de construção da identidade, que implicam determinados usos do passado e da memória, em dois âmbitos distintos: o da casa, entidade definida pela relação entre família e património, e o da nação. Depois de constatar a existência de analogias na construção identitária destes dois colectivos, avança a hipótese, alicerçada na história dos estados-nações da Europa Ocidental, de o modelo da casa ter sido uma das fontes que permitiu imaginar a nação.